
Kandinsky
(...) porque sabes o inominável. E continuarás, sempre comigo, escapando de nomes que não te dizem, continuarás abolindo a distância dos anos e do tempo. Hoje, agora, existes em mim, estás linda dentro do meu coração. Somos outra vez.
José Luís Peixoto in Cemitério de pianos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário