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| Foto Reuters |
Tal como o 'Prezado Amigo Afonsinho', antigo jogador do Botafogo, cantado por Gilberto Gil, na década de 70, buscar a perfeição nunca foi minha meta. Aliás, nunca joguei de goleiro. Mas, em contrapartida, tenho procurado manter vivas na memória as pessoas que, por alguns anos, meses, dias ou momentos, me trouxeram paz, alegria, prazer e felicidade.
Penso, respeitando, obviamente, opiniões contrárias, que a vida é muito curta para ser levada muito a sério. No fundo, acredito que o importante é ser feliz: viver e deixar viver... compreender e ser compreendido... jogar e deixar jogar, parafraseando o bom e eficiente time do Barcelona, cujo futebol encanta até mesmo a quem não gosta do esporte.
No cotidiano, essa alegoria do pensamento tem um simples significado: fazer, proteger e cultivar as amizades, de preferência, viajando pelo Brasil, onde, além da paixão pelo jogo das quatro linhas, deve-se acrescentar as lindas paisagens e as pessoas boas que estão espalhadas pra onde quer que se olhe.
Voltando ao futebol, tal como faz o Barcelona dos dias de hoje, pôr em prática esquemas de movimentações solidárias, em prol da conquista de novas amizades, seria algo como uma eficiente troca de passes entre Messi, Puljol, Fábregas. Iniesta e Xavi, com a bola rolado serena (com a vida seguindo tranqüila) até chegar à plenitude: à alegria do GOOOOOL, que, no caso em apreço, não é apenas um detalhe, como já disse um conhecido técnico de futebol brasileiro.
O GOL, nesta situação, para os que valorizam os encontros e troca de afetos, é sinônimo de uma interação, da construção de amizades. E, desperdiçar GooooLs e amigos costumam, em conjunto ou de modo isolado, serem arbitradas como faltas graves ou mesmo penalidades máximas (penalty). Apesar de reconhecer prejuízos como esses, confesso que, às vezes, piso na bola. E, sem domínio ela foge pela linha lateral ou sai pela linha de fundo, pra escanteio. Assim sendo, a partida termina empatada em 0 x 0. Diante disso, corrigindo o início desse texto, mesmo sem almejar a tão exaltada perfeição, falhas como essas, de marcação e/ou de posicionamento, devem ser evitadas.
Sabe-se, que pixotadas como essas e chutes pra fora fazem o time perder o encanto; tropeçarem no torneio da vida; despencarem na tabela; e, por fim, entristecerem os torcedores, mesmo que seja apenas um (ou mais de um). Aí no tiro livre direto, no bico da grande área, com o goleiro sem barreira. Então, a fila anda... Às vezes, logicamente, fatores externos interferem de repente, como: uma inesperada expulsão de campo, um grave erro de arbitragem ou um lance de impedimento clamoroooooso, como dizem os locutores de rádio.
Não importa, todavia, já que até mesmo esses eventuais percalços devem ser solucionados taticamente, com rapidez, para o jogo ser jogado numa boa, sem stress, com o intuito de evitar perdas maiores e não alarmar nem técnico, nem a comissão técnica (ou seja, ex- algum coisa e a sociedade) que acompanham tudo à beira do gramado.
Logo, aproveitando este período natalino, tempo de reflexão e resgate das coisas boas vividas que continuam presentes na memória (neste meu "tempo regulamentar", que completou mais um ano no último 23/12) -, resolvi não desperdiçar a chance de dizer que, mesmo à distância, continuo curtindo as cores de nossa amizade, a alegria dos reencontros e considerando-a uma pessoa muito especial.
Finalmente, para me redimir das falhas, eventualmente, cometidas, gostaria de ter a capacidade de, numa só voz, reproduzir o som de um estádio inteiro gritando pra você palavras de incentivo, de amor e de muito carinho em 2012 - ano que se incia.
Dito isto, desejo pra você e sua família um
Feliz @NO NOVO
Além disso, em ritmo de samba, parafraseando o simpático compositor Paulinho da Viola acrescento uma constatação antiga:
"Não sou eu quem me navega,
Quem me navega é o mar.
É ele quem me carrega
Como nem fosse levar...
.............................. .......
... pois o mar não tem cabelo
Que a gente possa agarrar..."
Luiz Aquino

Pronto! Texto substituído, como vc me pediu!
ResponderExcluir:o)