DECLARAÇÃO. Propensão do sujeito apaixonado a alimentar o ser amado, fartamente, com contida emoção, do seu amor, dele, de si, deles: a declaração não diz respeito à confissão do amor, mas à forma, infinitamente comentada, da relação amorosa.
Roland Barthes in Fragmentos de um discurso amoroso

Gostei da honestidade
ResponderExcluirLara, Barthes foi brilhante neste livro. Ele constroi e recontroi todas as tratativas do sujeito enamorado.... usando referências clássicas da literatura (göethe, por exemplo).
ResponderExcluirConsidero esse livro como um norte em minha vida amorosa....
(traz alento, compreensão, desconstrução, sarcasmo).
Básicão pra insanos feito eu!
beijinhos chuvosos!